Quem é ela? por Danuza Leão

Quem é ela?
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Mas a ex-ministra tem andado tão alegre que não sei qual é a verdadeira Dilma
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EM 2009, ESCREVI uma coluna, neste mesmo espaço, em que dizia ter medo de Dilma Rousseff. Tinha minhas razões; até aquele dia nunca havia visto d.Dilma sorrir, e cansei -estou cansada até hoje- de ouvi-la falar de "projetos", sempre com o olho duro e o dedo em riste.
Mas a ex-ministra tem andado tão simpática, tão alegre, tão feliz, que não sei qual é a verdadeira Dilma: se a de antes ou se a de agora. Não é possível que o que era branco vire preto, ou vice-versa, que as pessoas possam mudar tanto assim. E os que gostavam da ex-Dilma, a durona, como é que ficam?
Talvez a verdadeira Dilma seja essa de agora; não foi em vão que no início do seu tour pelo Brasil ela inventou um figurino onde prevaleciam os babados. Isso talvez fosse um sonho da juventude que ela não teve, no tempo em que era barra-pesada e segurava uma metralhadora como se fosse um ramo de flores.
Quando o marqueteiro disse que ela tinha que usar terninhos, ela obedeceu, mas logo seu lado feminino falou mais alto. Ela importou o melhor, mais famoso e mais caro cabeleireiro de São Paulo (Kamura, o mesmo de Marta Suplicy) para mudar o visual e começou a prestar mais atenção à maquiagem. Mas bom mesmo foi ver a foto da candidata em Nova York, assumindo o seu papel de mulher-perua e fazendo compras.
A imagem de Dilma, num radiante dia de sol em NY, acompanhada de Marta Suplicy e seu novo namorado, foi um alívio para os corações: enfim, Dilma é uma mulher normal, vaidosa e consumidora, que não resiste a uma liquidação. Vou dar um pequeno palpite -construtivo- no visual da ministra: as mechas do cabelo têm que ser menos avermelhadas. Só falta arranjar um namorado, mas tendo Marta -que não nos esqueçamos, é, ou foi, sexóloga- como maior amiga de infância, será fácil. E por que não? Se Sarkozy se casou com Carla Bruni já no exercício da Presidência, por que o Brasil não dá ao mundo mais um sinal de sua modernidade?
Não se pode mandar nos pensamentos: eu começo a escrever sobre uma coisa, a cabeça vai para outro lado e já estou aqui imaginando como seria o namorado de Dilma. Ah, eu não tenho nada a ver com isso? Mas se Lula se meteu no imbróglio do Irã, sem ter nada a ver, então eu também posso me meter na (futura?) vida sentimental da candidata.
O namorado tem que ser do PT, é claro, e ter uma situação pessoal sólida, para que fique claro que foi um casamento por amor. Se for grisalho, daria um ar de respeitabilidade, mas não consigo imaginar se o casamento será antes ou depois das eleições, isso é assunto para marqueteiro; marqueteiro ou Marta Suplicy, que está assim, ó, com a ex-ministra. Aliás, ela poderá ajudar não só no terreno sentimental como também no fashion, pois tem experiência no assunto: casou-se no meio do tiroteio de uma eleição, com estola de mousseline e um grande chapéu de crina. Lula será padrinho, claro, e d. Marisa vai usar um vestido vermelho; há sete anos esta continua sendo sua grande e única contribuição ao país.
A candidata está vivendo uma adolescência tardia, mas vai ter que resolver essa crise de identidade e decidir, afinal, quem é Dilma Rousseff.

Mais uma do apedeuta











Lula, por que não te calas?
No último dia 25 de março o presidente Lula esteve em Tatuí, e lá fez a entrega simbólica de 650 ambulâncias para 573 municípios brasileiros. A cerimônia foi essencialmente política, pois os veículos são destinados ao SAMU, ou seja, os serviços de atendimento médico de urgência.
Acontece que a maior parte dos municípios contemplados não tem este serviço implantado, e nem mesmo tem verba prevista em seus orçamentos. Custa caro montar toda esta estrutura. As ambulâncias são a parte visível do negócio, mas é necessário aparelhá-las com equipamentos de UTI, de pessoal de apoio bem treinado, de médicos especializados principalmente. E isto tem que funcionar 24 horas por dia, pois emergência não tem hora.
Ou seja, ou a maioria das ambulâncias vai ter outro destino, ou vão virar sucata logo.
Como costuma fazer, o presidente Lula faz seus “discursos” de improviso, que sempre buscam contentar a platéia presente, e exagera nas frases feitas e cheias de pompa sobre os mais variados temas. Diga-se de passagem, normalmente o presidente não sabe nada sobre o que está falando, e suas gafes já são sobejamente conhecidas e divulgadas mundo afora. Nesta cerimônia em Tatuí,o presidente Lula foi extremamente infeliz com algumas de suas colocações.
Segundo o presidente da Associação MédicaBrasileira,Lula teve “outro rompante de incontinência verbal”. Mais uma vez, culpou os médicos para os problemas de saúde que o Brasil enfrenta há décadas. Disse que a classe médica não se interessa em atender o interior, “pois é muito fácil ser médico na Avenida Paulista”, segundo suas palavras.
Depois, mandou um recado ao Conselho Federal de Medicina, por este ser contra a revalidação automática dos diplomas dos médicos formados em Cuba. E ainda criticou aqueles que são contra a volta de um imposto para melhorar a saúde.
E por fim, ainda criticou o médico que no passado cuidou dele próprio, ao sofrer o acidente de “trabalho” que lhe amputou o dedo. Ou seja, versou sobre tudo o que finge saber.
Como em todos os “discursos”, Lula fala o que lhe dá na telha, e nem se preocupa mais em ter coerência. Deve acreditar que somos todos burros, pois quanto mais fala, mais sua popularidade “aumenta”, segundo as informações“oficiais”. Mas para os que ainda tem paciência de ouví-lo, basta acompanhá-lo por algumas semanas. A opinião ora é uma, ora é outra. Depende da platéia. Como estamos numa democracia, livre “como nunca se viu na história deste país”, também tenho o direito de opinar.
O que o senhor presidente não disse (ou não sabe) é que é impossível à imensa maioria dos médicos montar um consultório na Avenida Paulista, um dos locais mais caros do país, principalmente se trabalhar no serviço público,onde recebe um salário de fome, não tem um plano de carreira decente e não encontra condições dignas de trabalho. Aparelhos defasados, funcionários insuficientes para o apoio (enfermagem, técnicos diversos), filas para marcação de exames, falhas em tratamento de doenças básicas. Se em São Paulo, que é a locomotiva da nação, é assim, o que dizer do restante do país? Há dezenas de crianças morrendo em pseudo-UTIs em hospitais públicos por aí. A sigla deveria ser Última Tentativa Inútil e não unidade de terapia
intensiva. Intensivas são só as mortes nestes nosocômios.
 Não disse o presidente (ou não sabe) que médico nenhum consegue trabalhar no interior sozinho. A não ser que seja para distribuir “vale-saúde”, a exemplo dos inúmeros outros que ele criou. Pois tratar e cuidar de alguém sem apoio, sem retaguarda e sem condições, só na cabeça dele.
Quanto aos médicos de Cuba, formados em uma realidade totalmente diferente da nossa, eles podem sim trabalhar no Brasil. Como qualquer outro, formado em qualquer lugar do mundo, que se submeta às avaliações necessárias e sejam aprovados. Desde que saibam Medicina. E o Conselho Federal de Medicina, autarquia federal, é o órgão definido por lei para avaliá-los. O que o senhor presidente quis dizer (mas não teve coragem) é que quer fazer um agrado ao moribundo amigo Fidel, valorizando escolas falidas e que pregam uma falsa “medicina social”.
Faltou falar sobre o assunto referente ao médico que o atendeu quando sofreu seu acidente de “trabalho”. Talvez seu dedo pudesse ser salvo, senhor presidente, se existisse na ocasião um atendimento decente em posto de saúde, unidades de emergência bem aparelhadas, um profissional médico bem preparado, com boa formação. Isso se o “SUS” da época funcionasse. Isso se um médico que atende “SUS” ganhasse um honorário, e não uns trocos.
Pois a CPMF, que geraria verba destinada ao “SUS” do seu governo, virou dinheiro nas meias, cuecas e malas pretas na sua gestão. E até hoje o “SUS” não funciona de forma decente!
E o senhor ainda quer recriar mais um imposto, para continuar alimentando as falcatruas? Senhor presidente, com o perdão da palavra, estou com o “saco
cheio” do senhor e de seus “discursos”.
 Se o senhor sofresse um novo acidente de “trabalho” e fosse eu o médico que lhe atendesse, cortaria-lhe a língua, e não o dedo. **
 E faria um bem ao país, pois cada vez que o senhor abre a boca, não causa um acidente. Causa um desastre.*


Luiz Ricardo Menezes Bastos, médico,
presidente da Associação Paulista
de Medicina, Regional de Limeira*

blog do Noblat


















'Dilma mentiu: eu sou o autor do Luz para Todos

 Da assessoria de imprensa da liderança do PSDB na Câmara dos Deputados:

O líder do PSDB na Câmara dos Deputados, João Almeida (BA), foto acima, declarou-se surpreso com a afirmação da petista Dilma Roussef no programa do partido veiculado na televisão, quando afirmou que o "Luz para Todos" foi de sua autoria.
"Isto é uma mentira, pois o programa é de minha iniciativa! Não foi proposto pelo Governo de Lula, como querem passar para a população. E foi aprovado por unanimidade pela Câmara dos Deputados e pelo Senado", alertou Almeida.
João Almeida relembra que, em 2003, o Governo Lula enviou ao Congresso Nacional Medida Provisória (MP 127/2003) que tratava apenas da criação de um Programa Emergencial e Excepcional de Apoio às Concessionárias de Serviços Públicos de Distribuição de Energia Elétrica.
"A MP era somente para dar uma compensação às companhias distribuidoras de energia elétrica, por um aumento que não fora concedido pelo Governo para evitar que a inflação crescesse", explica Almeida.
O deputado baiano foi designado relator. Como possuía todos os estudos anteriores relativos à criação do programa "Luz no Campo" (dezembro de 1999, ainda no Governo FHC), entrou em contato com as lideranças do PT para promover a universalização do fornecimento de energia elétrica a todos os brasileiros.
Foi desta forma que nasceu o "Luz Para Todos", construído naquele momento pelo relator. "Eu incluí nessa MP a legislação básica para a construção do programa 'Luz Para Todos'", lembra Almeida. A lei foi aprovada por unanimidade e o deputado não fez qualquer alarido disso à época.
"Na elaboração da lei do 'Luz Para Todos', tomei o cuidado essencial de evitar a manipulação política. De que forma? Garantindo um sistema de atendimento às comunidades baseado no custo por família, atendendo primeiro aos que podem ser atendidos com custo mais baixo, depois aos de custo mais alto, por fim chegando até aos mais distantes", completa o líder tucano.
A ex-ministra não foi a primeira a mentir sobre a autoria do projeto, acentua o deputado baiano. "Tenho uma surpresa muito grande quando aparece ou outro deputado, e agora a ex-ministra de Lula, dizendo que levou o 'Luz Para Todos' para aqui, ou que outro levou o Luz Para Todos para lá. Mentem todos!! Ninguém leva o 'Luz Para Todos' para qualquer lugar!! Quem diz onde o programa vai acontecer é o computador, que lista as comunidades a serem atendidas em cada momento, considerando o menor custo por unidade beneficiada", diz.
O sucesso do programa "Luz Para Todos", enfatiza João Almeida, "é a lei que criou este fundo, pois quem sustenta o programa não é o orçamento da União".
Este é o fundamento básico da proposta original do deputado. "Há muita gente se beneficiando dos resultados eleitorais desse programa sem dizer verdadeiramente a autoria. Cada cidadão brasileiro que paga a taxa acima da taxa social está pagando um pouquinho mais para garantir o Programa Luz para Todos", finaliza João Almeida.

os dilmanos

Cruzes, que arrepio, e não é montagem!


...

Imagens que vale por mil palavras

Uma questão de Classe
Quem governa a Inglaterra












Quem governa o U.S.A.












Quem governa a Alemanha















E quem governa o Brasil















Imagens que dispensam considerações!!!!!

blog do Noblat





Terceirizando a popularidade

O mau desempenho de Dilma Roussef neste início de campanha – avaliação do próprio PT, que suspendeu o programa "Fala, Dilma", no site da candidata - repõe o tema da transferência de votos. A popularidade de Lula não está se refletindo nela – e não por omissão do presidente, que lhe tem dedicado tempo quase integral.

Lula tem feito o que pode – e, sobretudo, o que não pode. Já recebeu duas multas do TSE e pode receber outras, pela transgressão contínua à lei eleitoral, ao subir em palanques de sua ex-ministra e até autorizar financiamento de empresas estatais para comícios de centrais sindicais de cunho eleitoral, como o fez no 1º de maio.

O presidente não hesitou em transformar a fala institucional de 1º de maio, em rede de rádio e TV, num comício eletrônico pró-Dilma. Pode ter que responder pela ousadia, pois a oposição já voltou a acioná-lo na Justiça.

Mesmo assim, Dilma não atingiu ainda o patamar eleitoral básico do PT, que é de 33%. Os especialistas em pesquisas costumam dividir o eleitorado brasileiro em três fatias: 33% pertencem ao PT, outros 33% são anti-PT e os 33% restantes oscilam, conforme as qualidades de cada candidato. São esses votos que estão em disputa e que definem a eleição.

Serra é o único a ter amealhado alguns deles. Já ostentou mais de 40% nas pesquisas e mantém uma média de 35% contra 25% da ex-ministra. Mais uma vez, o fantasma da eleição chilena, em que a então presidente Michele Bachelet, com aprovação popular de mais de 80% - superior à de Lula –, não conseguiu fazer o seu sucessor.

O mesmo fenômeno dá-se agora na Colômbia, onde o presidente Uribe, também com aprovação alta, beirando os 80% - semelhante à de Lula -, não está conseguindo, a um mês das eleições, transferi-la a seu candidato, Juan Manuel Santos, ultrapassado pelo seu concorrente Antanas Mockus.

Na história republicana brasileira, há só um caso de transferência de prestígio: de Getúlio Vargas para o marechal Eurico Dutra, em 1945. Dutra havia sido seu ministro da Guerra. Deposto pelos militares, Vargas indicou um deles para sucedê-lo. E conseguiu, graças unicamente a sua popularidade – Dutra era neófito em política – vencer o candidato da ruidosa oposição (UDN), que o derrubara, brigadeiro Eduardo Gomes. Dutra preparou a volta de Getúlio, em 1950, eleito pela primeira vez pelo voto direto.

Não há outro caso. Vargas suicidou-se antes que sua sucessão estivesse posta. Juscelino Kubitschek, que o sucedeu – e integrava seu grupo político -, venceu por conta própria e não fez seu sucessor. Jânio Quadros era da oposição. Renunciou e foi sucedido pelo vice, João Goulart, que foi deposto.

Após a longa linhagem de generais-presidentes do regime militar, o primeiro civil a enfrentar uma sucessão pelo voto direto, José Sarney, foi sucedido por um opositor, Fernando Collor.

Deposto, foi sucedido por Itamar Franco, que viu seu sucessor ser eleito na esteira de um bem-sucedido plano econômico. Foi o Plano Real e não Itamar quem elegeu Fernando Henrique, que não conseguiu emplacar seu sucessor. José Serra foi derrotado por Lula.

Indiferente a essa escrita, Lula tenta dar caráter plebiscitário à disputa: quer que Dilma e Lula expressem duas eras políticas: a Era FHC (Serra) e a Era Lula (Dilma). Para Dilma, é a única saída; para Serra, muito pelo contrário. Enquanto a candidata do PT se esforça para ser vista como uma extensão de Lula, Serra faz o oposto: quer (e está conseguindo) mostrar que tem vôo próprio.

Lula não desistiu de provar que pode mais (slogan da campanha adversária). Já fez circular, por meio de assessores e parlamentares aliados, que, em agosto, quando começa a campanha no rádio e na TV, vai se licenciar do governo para dedicar-se em tempo integral à campanha de Dilma.

Essa teria sido a razão efetiva para que José Alencar desistisse de se candidatar ao governo em Minas. Lula só confia nele para a eventualidade de se afastar temporariamente. Com esse respaldo, vai conferir se sua popularidade é transmissível.

Até aqui, não foi, mas o presidente considera que esta etapa da campanha é uma espécie de aquecimento, em que estão envolvidos e interessados apenas os profissionais do ramo: políticos e jornalistas. O público mesmo só se mobilizará na reta final. Pode s
er

Poema da Mente....Affonso Romano de Sant Anna


POEMA DA MENTE
Affonso Romano de Sant`Anna


Há um presidente que mente,
Mente de corpo e alma, completa/mente.


E mente de maneira tão pungente
Que a gente acha que ele, mente sincera/mente,
Mais que mente, sobretudo, impune/mente...

Indecente/mente.
E mente tão nacional/mente,
Que acha que mentindo história afora,
Vai nos enganar eterna/mente
.

Lula, de salto alto, diz a jornal espanhol que não vê chance de Dilma perder eleição para Serra
 youPode



As pesquisas não são favoráveis, a candidata Dilma Roussef tem cometido vários erros, as alianças em alguns estados como Rio de Janeiro e Minas Gerais são bastante complicadas.Mas apesar de tudo isso, num salto alto, mais alto do que um modelo sete e meio, o presidente Lula disse em entrevista ao El Pais que não vê chance de o PT ser derrotado na eleição presidencia.

SOCORRO...ELE PENSA QUE É O PROFESSOR DE DEUS

Lula: ‘Dilma não cresceu porque ainda não pedi’

Em Pernambuco, presidente diz que ex-ministra vai melhorar desempenho nas pesquisas quando ele participar da campanha. Petista volta a criticar Serra

Ipojuca (PE) - O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse ontem que a pré-candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, não cresceu ainda nas pesquisas porque ele ainda não atuou na campanha. “Ainda não subi ao palanque com ela”, disse ele, embora não tenha usado a palavra “votos”. Lula disse isso ontem, após lançamento ao mar de um navio petroleiro em Ipojuca (PE)

enviado por Alzira Miranda

Como vai dona Dilma

João Mellão Neto

No final de 2001 Duda Mendonça, o agora anjo decaído do marketing político, escreveu um livro onde, com rara franqueza, expôs todas as suas impressões sobre o PT. Ele acabara de ser contratado pelo partido para cuidar das eleições seguintes, as de 2002. A anedota maldosa da época dizia que Lula não era candidato a presidente, mas sim a persistente. Aquela seria a sua quarta eleição. Naquela época ninguém acreditava que ele teria alguma chance.
Vale a pena ler agora o livro de Duda. Chama-se Casos e Coisas. As suas ideias deram certo. E hoje em dia, com o PT no poder, ele não republicaria mais esse seu ensaio. O texto é bastante constrangedor para Lula e companhia.
Dentre suas observações se destaca a constatação de que o PT, pela sua organização e pelo fervor da militância, algum dia haveria de chegar ao poder. Se não naquele próximo pleito, ao menos nos seguintes.
Mas para tanto seriam necessárias algumas correções de imagem. O partido e seu candidato teimavam em se valer de algumas atitudes próprias do seu passado sindical. Isso afugentava a opinião pública e resultava em malogro eleitoral. Uma delas era a recorrente saudação: "A luta continua, companheiro!" Segundo Duda, tal frase causava constrangimento nas pessoas.
Os brasileiros têm horror a confusão, a briga. A nossa cultura é a da conciliação. E a palavra "luta" remetia a confronto. Era preciso convencer a militância de que esse termo deveria ser abolido. Naquela campanha e dali em diante, nunca mais tal saudação "de guerra" foi utilizada. Ao menos em público...
Outra observação de Duda se refere à imagem do candidato. Lula, até então, adotava o figurino típico dos intelectuais das nossas esquerdas: indumentária descuidada, olhar agressivo, barba desgrenhada e ausência total de senso de humor. Segundo aquela gente, tudo isso era necessário para demonstrar total ruptura com os ditos "valores burgueses". Acontece que o grande público sempre prestigiou tais valores. Pior: ninguém, no povo, sequer sabia o que era "burguês".
Para tornar o candidato mais palatável urgia fazer-se um "extreme makeover" em sua imagem. Lula, devidamente repaginado, passou a trajar ternos bem cortados e gravatas da moda. Eliminou de seu discurso qualquer ideia de confrontação. Sua barba foi cuidadosamente aparada e foi adotada a postura cordial do "Lulinha paz e amor".
Não havia nada de artificial nisso. O Lula original, dos tempos sindicais, não era esquerdista. Ao contrário. Chegou a declarar, publicamente, que não queria o apoio de estudantes e professores, com o argumento de que "intelectuais só atrapalham!"
Ele acabou por se retratar, quando, ao fundar o Partido dos Trabalhadores, constatou que boa parte dos filiados provinha justamente daquele extrato social. E por isso, intuitivo, Lula adotou o figurino e o discurso das esquerdas.
Duda nada mais fez do que resgatar o autêntico Lula de outrora. Tanto é verdade que o presidente Lula, após tantos anos de poder, ainda se sente à vontade no seu figurino de bonachão e conciliador.
Duda Mendonça caiu em desgraça em 2005, durante o "mensalão". Mas seu talento e seu poder de interpretar a alma brasileira continuam existindo.
Eis que ele veio a público, na semana passada, para declarar que a imagem artificial criada para a candidata do PT, dona Dilma Rousseff, não vai pegar. Segundo ele, seria melhor deixá-la exibir em público a sua verdadeira personalidade.
Já se sabe que a ex-braço direito de Lula é uma mulher brava, impaciente, centralizadora e autoritária. Por que não deixá-la mostrar-se como realmente é e criar uma propaganda que valorize tais atributos?
Personagens com tais características também são bem aceitas no imaginário popular. Jânio Quadros venceu numerosas eleições exibindo exatamente esses traços de personalidade: era irascível, nada dado a conchavos, não dividia o poder com ninguém e se revelava muito cioso de sua autoridade.
O caso de Margaret Thatcher, na Inglaterra, também é emblemático. Ela foi eleita e reeleita primeira-ministra várias vezes por causa de sua imagem de dura na queda. Era conhecida pelo povo como Dama de Ferro.
Essas atitudes não são necessariamente negativas, desde que autênticas. Basta que se alimente na opinião pública a predisposição para valorizá-las. A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, é assim. E, no passado, Jânio Quadros era assim. Margaret Thatcher era assim. Até mesmo o incensado Winston Churchill chegou ao centro do palco, no Reino Unido, por ser assim. E isso numa época em que ainda não existia o marketing político.
É mais producente deixar a dona Dilma à vontade do que obrigá-la a exercer, em público, um papel que não condiz com ela: o de mulher boazinha, sorridente, tolerante, humilde e conciliadora. Tudo isso soa, ao público, muito artificial.
E já está comprovado que nós, brasileiros, abominamos a falsidade. Vejam-se os critérios de que se valem as pessoas nas eliminações do Big Brother. Basta observar o comportamento que é atribuído aos vilões nas telenovelas.
Tudo se tolera nos personagens públicos: a maldade, a crueldade e até mesmo, em alguns casos, a malandragem. Mas ninguém perdoa a hipocrisia.
Deixem a dona Dilma ser o que é. Falsificá-la não funciona.
Não, não estou torcendo pelo PT. O que quero dizer é que a candidatura de dona Dilma está mal na fita.
Até dois meses atrás, quase todo mundo acreditava que ela, com o apoio da máquina pública, venceria facilmente. Agora, não! Ninguém mais arrisca palpites.
José Serra, na sua sexta eleição majoritária, já está calejado. Ele, assim, jamais se atreveria a tentar mostrar-se como não é.


Esse é o nosso presidente!


FRASES DE EFEITO - EFEITO BOMBA !
COLEÇÃO  DE  FRASES DE LULA, PARA RIR...OU CHORAR...

'Eu gostaria de ter estudado latim, assim eu poderia me comunicar melhor com o povo da América Latina.' 
(deveria ter nascido mudo!!) 
Luiz Inácio Lula da Silva 
'A grande maioria de nossas importações vem de fora do país.' 
(Putz..)
 
Luiz Inácio Lula da Silva 

'Se não tivermos sucesso, corremos o risco de fracassarmos.'
 (E o risco é mesmo grande!)

 Luiz Inácio Lula da Silva 
'O Holocausto foi um período obsceno na História da nossa nação. 
Quero dizer, na História deste século. Mas todos vivemos neste século. Eu não vivi
 nesse século.'

 (Ai,ai,ai,....o cara cheirou rodasol)
 Luiz Inácio Lula da Silva
 
'Uma palavra resume provavelmente a responsabilidade de qualquer governante.
 E essa palavra é 'estar preparado'.
 
(????) 
Luiz Inácio Lula da Silva
 
'O futuro será melhor amanhã.
 (!!!!) 
Luiz Inácio Lula da Silva 
'Eu mantenho todas as declarações erradas que fiz..' 
(..e continua a fazer) 
Luiz Inácio Lula da Silva
 'PELOTAS É UMA CIDADE QUE EXPORTA VIADOS.'
 Luiz Inácio Lula da Silva 
'Um número baixo de votantes é uma indicação de que menas pessoas estão a votar.' 
(Socorro!!!) 
Luiz Inácio Lula da Silva
 ' Nós estamos preparados para qualquer imprevisto que possa ocorrer ou não.' 
(Felomenal!) 
Luiz Inácio Lula da Silva
 'MINHA MÃE NASCEU ANALFABETA.'
 (será??)
 
Luiz Inácio Lula da Silva
 'Não é a poluição que está prejudicando o meio-ambiente. 
São as impurezas noar e na água que fazem isso.'
(Ah bom!!!)
 
Luiz Inácio Lula da Silva
 
'É tempo para a raça humana entrar no sistema solar.'
(Fechou com chave de ouro!!!) 
Luiz Inácio Lula da Silva

Viva a Liberdade de Expressão!!!

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Sejam bem-vindos!

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