Força Nacional...um passo ao comunismo...


Dilma manda sua “Força Nacional” escoltar caminhões dos amigos da FRIBOI, que furam bloqueio

 Ao que tudo indica, a Força Nacional de Segurança, considerada inconstitucional, foi  mesmo criada para atender aos interesses mais urgentes do PT. Esta manhã começou movimentada na greve dos caminhoneiros em São Miguel do Oeste. A Polícia Militar e uma equipe do Enafron (Estratégia Nacional de Segurança Pública nas Fronteiras) promoveram a escolta de 18 caminhões carregados com produtos da FRIBOI. Os veículos partiram do frigorífico Sul Valle de São Miguel do Oeste e seguem para exportação no Porto de Itajaí. A escolta aconteceu às 8h deste sábado, 28, com duas viaturas na frente e outras duas, do Enafron, na retaguarda.

Dilma conta com sua própria força policial, que pode ser enviada e “aplicada” em qualquer região do país ao sabor de sua vontade.
Dilma conta com sua própria força policial, que pode ser enviada e “aplicada” em qualquer região do país ao sabor de sua vontade.
De acordo com a FRIBOI, seis caminhões que saíram do município são de Itapiranga e o restante da Sul Valle de São Miguel do Oeste. A empresa conseguiu uma liminar para o transporte e o comboio segue até Chapecó, onde terá escolta de outro grupo de policiais. Em Campos Novos, uma nova equipe militar assume e acompanha os caminhões até Itajaí.


Marcelo Odebrecht: se ele cair, entrega Lula



"Procure Lula", disse Emílio Odebrecht ao desesperado fundador da OAS
César Mata Pires, fundador da OAS, é um homem desesperado. A sua empreiteira está afundando depois de deflagração da Operação Lava Jato. Desesperado e amargurado com a Odebrecht, com quem mantinha, digamos, acordos bastante lucrativos. Ele foi aconselhado a ameaçar Lula, como contaremos a seguir.

No dia 20 de fevereiro, reproduzimos aqui que César Mata Pires procurou Marcelo Odebrecht, diretor-presidente da dita-cuja, para saber como era possível que a empreiteira comandada pelo menino não tivesse ninguém preso. Na mesma conversa, ele disse que não estava preocupado em salvar a própria pele, mas que não deixaria os seus herdeiros pagarem por "erros cometidos em equipe" -- menção a lambanças cometidas pela OAS com a cumplicidade da Odebrecht, que até agora vem se safando. A informação foi tirada de uma reportagem publicada pelo Estadão, cujo tema principal eram os encontros de Lula e Paulo Okamotto com empreiteiros à beira de um ataque de nervos. Ao jornal, a Odebrecht negou o encontro e a OAS saiu-se com uma evasiva.

FILMES QUE JAMAIS DEVERIAM TER CONTINUAÇÃO...





Emílio Odebrecht ao desesperado fundador da OAS

César Mata Pires, fundador da OAS, é um homem desesperado. A sua empreiteira está afundando depois de deflagração da Operação Lava Jato. Desesperado e amargurado com a Odebrecht, com quem mantinha, digamos, acordos bastante lucrativos. Ele foi aconselhado a ameaçar Lula, como contaremos a seguir.

No dia 20 de fevereiro, reproduzimos aqui que César Mata Pires procurou Marcelo Odebrecht, diretor-presidente da dita-cuja, para saber como era possível que a empreiteira comandada pelo menino não tivesse ninguém preso. Na mesma conversa, ele disse que não estava preocupado em salvar a própria pele, mas que não deixaria os seus herdeiros pagarem por "erros cometidos em equipe" -- menção a lambanças cometidas pela OAS com a cumplicidade da Odebrecht, que até agora vem se safando. A informação foi tirada de uma reportagem publicada pelo Estadão, cujo tema principal eram os encontros de Lula e Paulo Okamotto com empreiteiros à beira de um ataque de nervos. Ao jornal, a Odebrecht negou o encontro e a OAS saiu-se com uma evasiva.

O Antagonista resolveu apurar os desdobramentos dessa história e descobriu que César Mata Pires procurou também Emílio Odebrecht, pai de Marcelo e presidente do Conselho de Administração da empresa. O encontro foi na ilha de Kieppe, na baía de Camamu, no sul da Bahia, de propriedade dos Odebrecht. O dono da OAS formulou a mesma pergunta a Emílio: como era possível que a empreiteira dele não tivesse ninguém preso, ao passo que a sua estava com toda a diretoria em cana. E acrescentou: o que eu posso fazer para salvar a OAS?

A resposta de Emilio Odebrecht foi: "Procure Lula".

Emílio contou-lhe então que, temendo pela prisão de Marcelo, foi direto ao ponto com o petista. Emílio Odebrecht disse a Lula o seguinte: "Se for preso, o Marcelo não aguentará a pressão: ele vai abrir a boca e contará tudo o que sabe sobre as suas relações com a Odebrecht."

O Antagonista revelou que Lula interferiu para que Renato Duque fosse solto, depois de ser ameaçado pela mulher do ex-diretor da Petrobras, operador do PT na estatal. Não se sabe se Lula moveu um dos seus tentáculos para manter, até o momento, graúdos da Odebrecht fora da prisão. Não se está insinuando, aqui, nada contra a Justiça. O empenho dos procuradores da Lava Jato em incriminar a empreiteira é grande, assim como o do juiz Sergio Moro. A nossa impressão é de que a Odebrecht será pega no momento certo pelos bravos paranaenses.

O único fato da nossa apuração -- e fato assombroso, por mais que conheçamos as relações promíscuas entre a Odebrecht e Lula -- é que Emilio Odebrecht ameaçou Lula e recomendou a César Mata Pires que fizesse o mesmo com o petista se quisesse salvar a sua empresa.

A única certeza da nossa apuração é que, se a Odebrecht cair, Lula também cairá.



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DIRETOR DA GLOBO DEFENDE IMPEACHMENT DE DILMA




DIRETOR DA GLOBO DEFENDE IMPEACHMENT DE DILMA

A defesa de um impeachment da presidente Dilma Rousseff está saindo do campo editorial dos veículos da Globo e ganha agora manifestações pessoais de membros do primeiro escalão do jornalismo das empresas da família Marinho; diretor de Mídias Digitais da Globo, Erick Bretas, anunciou no Facebook que estará na manifestação pelo impeachment da presidente, marcada para o dia 15 de março, no Rio; "Só a pressão popular pode salvar o Brasil de mais um assalto — agora, às instituições", disse Bretas; diretor criticou também o fato da presidente Dilma ter afirmado em entrevista que os indícios de corrupção na Petrobras deveriam ter sido investigados ainda na década de 1990, durante o governo FHC; "Jogar a corrupção na Petrobras no colo dos tucanos é diversionismo, é tentar criar uma cortina de fumaça para que o cidadão mais pobre e menos informado se confunda", afirmou; campanha pró-impeachment terá outros adesistas da Globo?

Renato Duque foi solto a pedido de Lula



Renato Duque foi solto a pedido de Lula, diz jornal. Esposa teria ameaçado denunciar envolvimento do ex-presidente
Como se não bastassem os estelionatos eleitorais da presidente Dilma Rousseff e os 200 milhões de dólares roubados pelo PT na Petrobras, segundo Pedro Barusco, o povo brasileiro tem mais um motivo para ir às ruas no protesto marcado para o dia 15 de março: por unanimidade, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou nesta terça-feira mandar prender o afilhado político do mensaleiro petista José Dirceu e ex-diretor de Serviços da estatal, Renato Duque, apontado pelos investigadores da Operação Lava Jato da Polícia Federal como um dos principais arrecadadores de propina do PT.

Os ministros Gilmar Mendes e Cármen Lúcia acataram o argumento do relator Teori Zavascki, segundo o qual o risco de Duque fugir do país, apontado pelo juiz Sergio Moro e pelo Ministério Público Federal, não é o suficiente para que seja decretada a prisão preventiva.

DESESPERO TOTAL: Lula estimula o conflito social


Lula estimula o conflito social 

 EDITORIAL O ESTADÃO

No desespero para salvar o PT de um desastre que a incompetência do governo de Dilma Rousseff torna a cada dia mais grave, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ameaça incendiar as ruas com "o exército do Stédile", a massa de manobra do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST). Lula acenou com essa ameaça em evento "em defesa da Petrobrás" promovido na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro, pelo braço sindical do PT, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Federação Única dos Petroleiros (FUP).

Basta abrir as páginas dos jornais ou assistir ao noticiário da televisão para perceber que a radicalização política começa a levar a violência às ruas das principais cidades do País. De um lado, militantes de organizações sindicais e movimentos sociais, quase sempre manipulados pelo PT, aliados a radicais de esquerda; do outro lado, sectários antigovernistas engajados na inoportuna campanha de impeachment da presidente da República. Esses grupos antagônicos se agrediram mutuamente diante da ABI, pouco antes do evento protagonizado por Lula.

Viva a Liberdade de Expressão!!!

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Sejam bem-vindos!

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