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Quem é ela? por Danuza Leão

Quem é ela?
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Mas a ex-ministra tem andado tão alegre que não sei qual é a verdadeira Dilma
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EM 2009, ESCREVI uma coluna, neste mesmo espaço, em que dizia ter medo de Dilma Rousseff. Tinha minhas razões; até aquele dia nunca havia visto d.Dilma sorrir, e cansei -estou cansada até hoje- de ouvi-la falar de "projetos", sempre com o olho duro e o dedo em riste.
Mas a ex-ministra tem andado tão simpática, tão alegre, tão feliz, que não sei qual é a verdadeira Dilma: se a de antes ou se a de agora. Não é possível que o que era branco vire preto, ou vice-versa, que as pessoas possam mudar tanto assim. E os que gostavam da ex-Dilma, a durona, como é que ficam?
Talvez a verdadeira Dilma seja essa de agora; não foi em vão que no início do seu tour pelo Brasil ela inventou um figurino onde prevaleciam os babados. Isso talvez fosse um sonho da juventude que ela não teve, no tempo em que era barra-pesada e segurava uma metralhadora como se fosse um ramo de flores.
Quando o marqueteiro disse que ela tinha que usar terninhos, ela obedeceu, mas logo seu lado feminino falou mais alto. Ela importou o melhor, mais famoso e mais caro cabeleireiro de São Paulo (Kamura, o mesmo de Marta Suplicy) para mudar o visual e começou a prestar mais atenção à maquiagem. Mas bom mesmo foi ver a foto da candidata em Nova York, assumindo o seu papel de mulher-perua e fazendo compras.
A imagem de Dilma, num radiante dia de sol em NY, acompanhada de Marta Suplicy e seu novo namorado, foi um alívio para os corações: enfim, Dilma é uma mulher normal, vaidosa e consumidora, que não resiste a uma liquidação. Vou dar um pequeno palpite -construtivo- no visual da ministra: as mechas do cabelo têm que ser menos avermelhadas. Só falta arranjar um namorado, mas tendo Marta -que não nos esqueçamos, é, ou foi, sexóloga- como maior amiga de infância, será fácil. E por que não? Se Sarkozy se casou com Carla Bruni já no exercício da Presidência, por que o Brasil não dá ao mundo mais um sinal de sua modernidade?
Não se pode mandar nos pensamentos: eu começo a escrever sobre uma coisa, a cabeça vai para outro lado e já estou aqui imaginando como seria o namorado de Dilma. Ah, eu não tenho nada a ver com isso? Mas se Lula se meteu no imbróglio do Irã, sem ter nada a ver, então eu também posso me meter na (futura?) vida sentimental da candidata.
O namorado tem que ser do PT, é claro, e ter uma situação pessoal sólida, para que fique claro que foi um casamento por amor. Se for grisalho, daria um ar de respeitabilidade, mas não consigo imaginar se o casamento será antes ou depois das eleições, isso é assunto para marqueteiro; marqueteiro ou Marta Suplicy, que está assim, ó, com a ex-ministra. Aliás, ela poderá ajudar não só no terreno sentimental como também no fashion, pois tem experiência no assunto: casou-se no meio do tiroteio de uma eleição, com estola de mousseline e um grande chapéu de crina. Lula será padrinho, claro, e d. Marisa vai usar um vestido vermelho; há sete anos esta continua sendo sua grande e única contribuição ao país.
A candidata está vivendo uma adolescência tardia, mas vai ter que resolver essa crise de identidade e decidir, afinal, quem é Dilma Rousseff.

Mais uma do apedeuta











Lula, por que não te calas?
No último dia 25 de março o presidente Lula esteve em Tatuí, e lá fez a entrega simbólica de 650 ambulâncias para 573 municípios brasileiros. A cerimônia foi essencialmente política, pois os veículos são destinados ao SAMU, ou seja, os serviços de atendimento médico de urgência.
Acontece que a maior parte dos municípios contemplados não tem este serviço implantado, e nem mesmo tem verba prevista em seus orçamentos. Custa caro montar toda esta estrutura. As ambulâncias são a parte visível do negócio, mas é necessário aparelhá-las com equipamentos de UTI, de pessoal de apoio bem treinado, de médicos especializados principalmente. E isto tem que funcionar 24 horas por dia, pois emergência não tem hora.
Ou seja, ou a maioria das ambulâncias vai ter outro destino, ou vão virar sucata logo.
Como costuma fazer, o presidente Lula faz seus “discursos” de improviso, que sempre buscam contentar a platéia presente, e exagera nas frases feitas e cheias de pompa sobre os mais variados temas. Diga-se de passagem, normalmente o presidente não sabe nada sobre o que está falando, e suas gafes já são sobejamente conhecidas e divulgadas mundo afora. Nesta cerimônia em Tatuí,o presidente Lula foi extremamente infeliz com algumas de suas colocações.
Segundo o presidente da Associação MédicaBrasileira,Lula teve “outro rompante de incontinência verbal”. Mais uma vez, culpou os médicos para os problemas de saúde que o Brasil enfrenta há décadas. Disse que a classe médica não se interessa em atender o interior, “pois é muito fácil ser médico na Avenida Paulista”, segundo suas palavras.
Depois, mandou um recado ao Conselho Federal de Medicina, por este ser contra a revalidação automática dos diplomas dos médicos formados em Cuba. E ainda criticou aqueles que são contra a volta de um imposto para melhorar a saúde.
E por fim, ainda criticou o médico que no passado cuidou dele próprio, ao sofrer o acidente de “trabalho” que lhe amputou o dedo. Ou seja, versou sobre tudo o que finge saber.
Como em todos os “discursos”, Lula fala o que lhe dá na telha, e nem se preocupa mais em ter coerência. Deve acreditar que somos todos burros, pois quanto mais fala, mais sua popularidade “aumenta”, segundo as informações“oficiais”. Mas para os que ainda tem paciência de ouví-lo, basta acompanhá-lo por algumas semanas. A opinião ora é uma, ora é outra. Depende da platéia. Como estamos numa democracia, livre “como nunca se viu na história deste país”, também tenho o direito de opinar.
O que o senhor presidente não disse (ou não sabe) é que é impossível à imensa maioria dos médicos montar um consultório na Avenida Paulista, um dos locais mais caros do país, principalmente se trabalhar no serviço público,onde recebe um salário de fome, não tem um plano de carreira decente e não encontra condições dignas de trabalho. Aparelhos defasados, funcionários insuficientes para o apoio (enfermagem, técnicos diversos), filas para marcação de exames, falhas em tratamento de doenças básicas. Se em São Paulo, que é a locomotiva da nação, é assim, o que dizer do restante do país? Há dezenas de crianças morrendo em pseudo-UTIs em hospitais públicos por aí. A sigla deveria ser Última Tentativa Inútil e não unidade de terapia
intensiva. Intensivas são só as mortes nestes nosocômios.
 Não disse o presidente (ou não sabe) que médico nenhum consegue trabalhar no interior sozinho. A não ser que seja para distribuir “vale-saúde”, a exemplo dos inúmeros outros que ele criou. Pois tratar e cuidar de alguém sem apoio, sem retaguarda e sem condições, só na cabeça dele.
Quanto aos médicos de Cuba, formados em uma realidade totalmente diferente da nossa, eles podem sim trabalhar no Brasil. Como qualquer outro, formado em qualquer lugar do mundo, que se submeta às avaliações necessárias e sejam aprovados. Desde que saibam Medicina. E o Conselho Federal de Medicina, autarquia federal, é o órgão definido por lei para avaliá-los. O que o senhor presidente quis dizer (mas não teve coragem) é que quer fazer um agrado ao moribundo amigo Fidel, valorizando escolas falidas e que pregam uma falsa “medicina social”.
Faltou falar sobre o assunto referente ao médico que o atendeu quando sofreu seu acidente de “trabalho”. Talvez seu dedo pudesse ser salvo, senhor presidente, se existisse na ocasião um atendimento decente em posto de saúde, unidades de emergência bem aparelhadas, um profissional médico bem preparado, com boa formação. Isso se o “SUS” da época funcionasse. Isso se um médico que atende “SUS” ganhasse um honorário, e não uns trocos.
Pois a CPMF, que geraria verba destinada ao “SUS” do seu governo, virou dinheiro nas meias, cuecas e malas pretas na sua gestão. E até hoje o “SUS” não funciona de forma decente!
E o senhor ainda quer recriar mais um imposto, para continuar alimentando as falcatruas? Senhor presidente, com o perdão da palavra, estou com o “saco
cheio” do senhor e de seus “discursos”.
 Se o senhor sofresse um novo acidente de “trabalho” e fosse eu o médico que lhe atendesse, cortaria-lhe a língua, e não o dedo. **
 E faria um bem ao país, pois cada vez que o senhor abre a boca, não causa um acidente. Causa um desastre.*


Luiz Ricardo Menezes Bastos, médico,
presidente da Associação Paulista
de Medicina, Regional de Limeira*

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'Dilma mentiu: eu sou o autor do Luz para Todos”

 Da assessoria de imprensa da liderança do PSDB na Câmara dos Deputados:

O líder do PSDB na Câmara dos Deputados, João Almeida (BA), foto acima, declarou-se surpreso com a afirmação da petista Dilma Roussef no programa do partido veiculado na televisão, quando afirmou que o "Luz para Todos" foi de sua autoria.
"Isto é uma mentira, pois o programa é de minha iniciativa! Não foi proposto pelo Governo de Lula, como querem passar para a população. E foi aprovado por unanimidade pela Câmara dos Deputados e pelo Senado", alertou Almeida.
João Almeida relembra que, em 2003, o Governo Lula enviou ao Congresso Nacional Medida Provisória (MP 127/2003) que tratava apenas da criação de um Programa Emergencial e Excepcional de Apoio às Concessionárias de Serviços Públicos de Distribuição de Energia Elétrica.
"A MP era somente para dar uma compensação às companhias distribuidoras de energia elétrica, por um aumento que não fora concedido pelo Governo para evitar que a inflação crescesse", explica Almeida.
O deputado baiano foi designado relator. Como possuía todos os estudos anteriores relativos à criação do programa "Luz no Campo" (dezembro de 1999, ainda no Governo FHC), entrou em contato com as lideranças do PT para promover a universalização do fornecimento de energia elétrica a todos os brasileiros.
Foi desta forma que nasceu o "Luz Para Todos", construído naquele momento pelo relator. "Eu incluí nessa MP a legislação básica para a construção do programa 'Luz Para Todos'", lembra Almeida. A lei foi aprovada por unanimidade e o deputado não fez qualquer alarido disso à época.
"Na elaboração da lei do 'Luz Para Todos', tomei o cuidado essencial de evitar a manipulação política. De que forma? Garantindo um sistema de atendimento às comunidades baseado no custo por família, atendendo primeiro aos que podem ser atendidos com custo mais baixo, depois aos de custo mais alto, por fim chegando até aos mais distantes", completa o líder tucano.
A ex-ministra não foi a primeira a mentir sobre a autoria do projeto, acentua o deputado baiano. "Tenho uma surpresa muito grande quando aparece ou outro deputado, e agora a ex-ministra de Lula, dizendo que levou o 'Luz Para Todos' para aqui, ou que outro levou o Luz Para Todos para lá. Mentem todos!! Ninguém leva o 'Luz Para Todos' para qualquer lugar!! Quem diz onde o programa vai acontecer é o computador, que lista as comunidades a serem atendidas em cada momento, considerando o menor custo por unidade beneficiada", diz.
O sucesso do programa "Luz Para Todos", enfatiza João Almeida, "é a lei que criou este fundo, pois quem sustenta o programa não é o orçamento da União".
Este é o fundamento básico da proposta original do deputado. "Há muita gente se beneficiando dos resultados eleitorais desse programa sem dizer verdadeiramente a autoria. Cada cidadão brasileiro que paga a taxa acima da taxa social está pagando um pouquinho mais para garantir o Programa Luz para Todos", finaliza João Almeida.

os dilmanos

Cruzes, que arrepio, e não é montagem!


...

Imagens que vale por mil palavras

Uma questão de Classe
Quem governa a Inglaterra












Quem governa o U.S.A.












Quem governa a Alemanha















E quem governa o Brasil















Imagens que dispensam considerações!!!!!

blog do Noblat





Terceirizando a popularidade

O mau desempenho de Dilma Roussef neste início de campanha – avaliação do próprio PT, que suspendeu o programa "Fala, Dilma", no site da candidata - repõe o tema da transferência de votos. A popularidade de Lula não está se refletindo nela – e não por omissão do presidente, que lhe tem dedicado tempo quase integral.

Lula tem feito o que pode – e, sobretudo, o que não pode. Já recebeu duas multas do TSE e pode receber outras, pela transgressão contínua à lei eleitoral, ao subir em palanques de sua ex-ministra e até autorizar financiamento de empresas estatais para comícios de centrais sindicais de cunho eleitoral, como o fez no 1º de maio.

O presidente não hesitou em transformar a fala institucional de 1º de maio, em rede de rádio e TV, num comício eletrônico pró-Dilma. Pode ter que responder pela ousadia, pois a oposição já voltou a acioná-lo na Justiça.

Mesmo assim, Dilma não atingiu ainda o patamar eleitoral básico do PT, que é de 33%. Os especialistas em pesquisas costumam dividir o eleitorado brasileiro em três fatias: 33% pertencem ao PT, outros 33% são anti-PT e os 33% restantes oscilam, conforme as qualidades de cada candidato. São esses votos que estão em disputa e que definem a eleição.

Serra é o único a ter amealhado alguns deles. Já ostentou mais de 40% nas pesquisas e mantém uma média de 35% contra 25% da ex-ministra. Mais uma vez, o fantasma da eleição chilena, em que a então presidente Michele Bachelet, com aprovação popular de mais de 80% - superior à de Lula –, não conseguiu fazer o seu sucessor.

O mesmo fenômeno dá-se agora na Colômbia, onde o presidente Uribe, também com aprovação alta, beirando os 80% - semelhante à de Lula -, não está conseguindo, a um mês das eleições, transferi-la a seu candidato, Juan Manuel Santos, ultrapassado pelo seu concorrente Antanas Mockus.

Na história republicana brasileira, há só um caso de transferência de prestígio: de Getúlio Vargas para o marechal Eurico Dutra, em 1945. Dutra havia sido seu ministro da Guerra. Deposto pelos militares, Vargas indicou um deles para sucedê-lo. E conseguiu, graças unicamente a sua popularidade – Dutra era neófito em política – vencer o candidato da ruidosa oposição (UDN), que o derrubara, brigadeiro Eduardo Gomes. Dutra preparou a volta de Getúlio, em 1950, eleito pela primeira vez pelo voto direto.

Não há outro caso. Vargas suicidou-se antes que sua sucessão estivesse posta. Juscelino Kubitschek, que o sucedeu – e integrava seu grupo político -, venceu por conta própria e não fez seu sucessor. Jânio Quadros era da oposição. Renunciou e foi sucedido pelo vice, João Goulart, que foi deposto.

Após a longa linhagem de generais-presidentes do regime militar, o primeiro civil a enfrentar uma sucessão pelo voto direto, José Sarney, foi sucedido por um opositor, Fernando Collor.

Deposto, foi sucedido por Itamar Franco, que viu seu sucessor ser eleito na esteira de um bem-sucedido plano econômico. Foi o Plano Real e não Itamar quem elegeu Fernando Henrique, que não conseguiu emplacar seu sucessor. José Serra foi derrotado por Lula.

Indiferente a essa escrita, Lula tenta dar caráter plebiscitário à disputa: quer que Dilma e Lula expressem duas eras políticas: a Era FHC (Serra) e a Era Lula (Dilma). Para Dilma, é a única saída; para Serra, muito pelo contrário. Enquanto a candidata do PT se esforça para ser vista como uma extensão de Lula, Serra faz o oposto: quer (e está conseguindo) mostrar que tem vôo próprio.

Lula não desistiu de provar que pode mais (slogan da campanha adversária). Já fez circular, por meio de assessores e parlamentares aliados, que, em agosto, quando começa a campanha no rádio e na TV, vai se licenciar do governo para dedicar-se em tempo integral à campanha de Dilma.

Essa teria sido a razão efetiva para que José Alencar desistisse de se candidatar ao governo em Minas. Lula só confia nele para a eventualidade de se afastar temporariamente. Com esse respaldo, vai conferir se sua popularidade é transmissível.

Até aqui, não foi, mas o presidente considera que esta etapa da campanha é uma espécie de aquecimento, em que estão envolvidos e interessados apenas os profissionais do ramo: políticos e jornalistas. O público mesmo só se mobilizará na reta final. Pode s
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Viva a Liberdade de Expressão!!!

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Sejam bem-vindos!

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